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Role model. substantivo • do inglês, alguém com qualidades admiráveis; exemplo a se seguir.


Após 10 anos de carreira o Wonder Girls se despediu do público, mas as integrantes seguem sendo artistas e pessoas dignas de admiração em diferentes aspectos. No total, sete mulheres já passaram pelas diversas formações do grupo e atualmente tocam suas vidas dentro e fora da indústria do entretenimento. 

Yeeun

ou HA:TFELT. Esse é o stage name para o projeto solo da vocal desde os tempos do Wonder Girls. Notoriamente um trabalho indie, a sonoridade já aponta para a pouca pretensão de atender ao main stream do K-Pop. Seus últimos trabalhos MEiNE e Deine (do alemão “meu” e “seu”, respectivamente) são compostos por narrativas de fácil identificação, de auto-conhecimento à paixões; buscando alcançar principalmente as mulheres da mesma geração que ela. Recentemente “Only You”, composição da cantora, foi incluída em “Signal”, mini-álbum do Twice.

 

Yubin

Pessoalmente guardo algumas mágoas, mas independente disso, a rapper lançou seu projeto solo em 2018 carregadíssima na vibe WG dos últimos anos: beats bem anos 80 e, para a surpresa de muitos, a música é majoritariamente cantada. Além de “Lady”, música com a qual promoveu, Yubin ainda lançaria “City Love”, mas questões de direitos autorais impediram que isso acontecesse.  


Sunye

É importantíssimo colocarmos aqui as integrantes que deixaram o mundo do entretenimento – mesmo que temporariamente. A Sunye saiu em 2013, se casou e teve uma baby. O insta dela mostra uma mulher feliz com o atual estilo de vida e isso fala muito de como devemos respeitar a escolha dela de seguir um caminho diferente do esperado. Especialmente porque recentemente Sunye anunciou seu retorno para a indústria do entretenimento e a recepção do público não foi nada boa. Muitas pessoas desaprovaram sua repentina saída do grupo e estão atacando desde a aparência da cantora até seu trabalho como missionária.


Lim

Uma intelectual. No insta da Hyelim o que mais tem é capa/indicação de livro! Atualmente estudante de Inglês para Conferências e Comunicação Internacional na Universidade Hankuk de Estudos Estrangeiros, ela já declarou que agora sua prioridade é a vida acadêmica, mas que mantem aberta as opções para futuramente voltar ao mundo do entretenimento.



Sohee

Atualmente atriz, Ahn Sohee deixou o Wonder Girls no mesmo ano em que Sunye casou e se afastou, 2013. Desde então, seu foco tem sido basicamente a atuação, atividade à qual ela sempre se dedicou. Sohee trabalhou no popular “Train to Busan” e foi premiada por sua atuação no longa “Single Rider”. Além disso, a atriz também dá uma de modelo em editoriais de moda para revistas.


Sunmi

O trunfo entre as meninas. Sunmi já tinha lançado trabalhos incríveis – 24 Hours e Full Moon – e  mesmo antes de seu retorno para o WG – ela fez parte do grupo desde  debut, em 2007, até 2010 e voltou para a última formação em 2015 – e após o disband não tem sido diferente. Não tem um single da mulher que não seja sucesso e quem somos nós pra questionar? Presença de palco, carisma e música boa às vezes realmente pagam as contas. E com dignidade, considerando toda a humildade da cantora, ícone feminista e rainha LGBTQ+.

 

Hyuna

Às vezes até esquecemos que a real proprietária da Cube fez parte do Wonder Girls, mas é real e mais uma prova das mulheres poderosíssimas que esse grupo acolheu. Atualmente envolvida em um escândalo amoroso sem qualquer lógica, a vida de Hyuna anda no mínimo agitada. A empresa pela qual trabalha anunciou que estava expulsando a cantora e seu namorado, E’Dawn (Pentagon). Não demorou para que reconsiderassem e voltassem atrás. A novela durou um mês e por fim Hyuna provou mais uma vez que é dona de si e do que quiser: saiu da Cube de cabeça erguida e namorado no braço. Desde a saída do Wonder Girls, em 2007, Hyuna fez parte do 4Minute, Trouble Maker e Triple H e se consolidou uma das maiores solistas do K-Pop.


Texto por Bea @ Equipe de redatores da K4US
www.k4us.com.br | Por favor, não usar o texto sem créditos.

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Carioca, 26 anos, jornalista e carmy. Se pudesse passaria meus dias comendo batata frita, sorvete e lendo fluff, como não posso: trabalho, passo mais tempo do que devia no twitter, como batata e leio fluff nas horas vagas. Presa numa areia movediça chamada K-Pop há dez anos (sem previsão de conseguir sair).
Arquivado em: Entretenimento, KPOP