10
01
19

Uma competição de dança com jovens de 13 a 19 anos te enche os olhos? Se sim ou não, aqui estão 5 motivos que podem te convencer a correr para assistir Dancing High.


Dois anos após a estreia do lendário Hit The Stage, programa que reunia os melhores dancers de grupos de K-Pop em competições semanais, a dança voltou a ser tema de programa de variedade em 2018, com o lançamento de Dancing High.

Os protagonistas são jovens entre 13 e 19 anos. Eles competem em times de dança treinados por alguns dos melhores dançarinos da Coreia do Sul, que buscam não apenas aprimorar as habilidades dos meninos e meninas sob seu comando, mas também ajudá-los a conquistar o prêmio: uma bolsa de estudos nos Estados Unidos.

O programa tem seus altos e baixos, incluindo a pressão sobre adolescentes e a exploração do emocional – como acontece em qualquer programa de competição – mas ver as performances de jovens tão talentosos compensa, por isso listamos cinco motivos para você não perder mais tempo e assistir Dancing High.

Diversidade

Em todos os sentidos. Ou quase todos. Por se tratar de um programa sobre dança, é esperado que exista uma diversidade de estilos e, com isso, a gente ganha a possibilidade de aprender mais sobre as diferentes práticas e especialidades. O aspecto físico dos competidores também chama atenção. Tem mina que não performa feminilidade, tem boy de batom, mestiço, carecas… De um tudo. E com isso a gente já vê um espectro de população um pouco além dos padrões da indústria do K-Pop/K-Drama.

O mais incrível é que: diferente da maioria dos competidores, YongYeon nunca estudou dança

 

É um programa voltado especificamente para dança

O que não é muito comum, então é bom darmos apoio para que outros possam surgir. Ele não apenas dá uma nova visão sobre a dança como arte, mas também possibilita que artistas que exercem a atividade tenham visibilidade em nível nacional e internacional.

 

Incentiva jovens a sonhar

O programa já começa com depoimento sobre o estigma do dançarino na Coreia, comumente associado à uma imagem negativa e distante da arte. O objetivo é justamente romper com esse imaginário negativo sobre a atividade e, principalmente, apoiar e incentivar os jovens que veem um futuro na dança.

 

Treinadores

O time de treinadores escolhidos para o programa é ótimo. Lia Kim, do ONE MILLION Dance Studio, é a única mulher, infelizmente. Seria incrível ver outras treinadoras responsáveis pelos competidores. O programa conta também com três treinadores que fazem ou fizeram parte de grupos de K-Pop: KiKwang (BEAST/HIGHLIGHT), Hoya (ex-Infinite e atual solista) e SeungHoon (WINNER). Finalizando, tem também a dupla Young J e J HO, da respeitadíssima dance crew Just Jerk.

Performance de apresentação dos treinadores

 

Menina dança o que quiser menino dança o que quiser

Não tem essa de que menina só faz dança sexy e menos técnica e meninos só dançam hip-hop. Dá pra ver que todos ali tem uma liberdade bem grande no que diz respeito à suas especialidades no campo da dança e parecem ser respeitados por isso – ou a edição do programa cortou qualquer comentário maldoso. O fato de uma menina de 13 anos ser uma das dançarinas mais aclamadas do programa também é um ponto alto.

Yeri: b-girl, medalhista olímpica e ladra de corações

 

Além do K-Pop

Os programas de variedade, principalmente os que envolvem performances, normalmente visam a indústria do K-Pop e a participação de idols na competição. No caso de Dancing High temos um único idol entre os competidores, Jisung do NCT. E nenhum dos competidores sequer menciona a intenção de participar da indústria, parecendo encarar a dança de uma forma diferente.

Para quem curtiu a ideia do programa e ficou a fim de assistir, a NCT Brasil, em parceria com a Hoya Brasil, Highlight BrazilWINNER Brazil e Start Fansub, disponibilizou todos os episódios online e com legenda em português (confira a descrição dos vídeos).


Texto por Bea @ Equipe de redatores da K4US
www.k4us.com.br | Por favor, não usar o texto e imagens sem créditos.

compartilhe este post:
Bea
Postado por
Bea
Carioca, 25 anos, estudante de jornalismo e carmy. Se pudesse passaria meus dias comendo batata frita, sorvete e lendo fluff, como não posso: trabalho, passo mais tempo do que devia no twitter e como batata e leio fluff nas horas vagas. Parte da equipe da LO짱 (Lojjang) e presa numa areia movediça chamada K-Pop há 9 anos (sem previsão de conseguir sair).
Arquivado em: Daebaklist